Economia

Formados no ensino superior perceberam melhora para conseguir emprego

Até 82% relataram melhora para encontrar uma colocação no mercado

Fonte:EBC
29 de Novembro de 2021 as 16h 15min

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Um levantamento feito pela Semesp, entidade que representa mantenedoras de ensino superior do Brasil, mostrou que para 82,2% dos egressos das universidades houve melhora para encontrar uma colocação após a conclusão do ensino superior, enquanto 17,8% disseram que nada mudou. Entre os que disseram ter havido melhora, 75,6% eram de cursos presenciais e 24,4% do Ensino a Distância (EAD).

Segundo a 3ª Pesquisa de Empregabilidade, 64,4% dos egressos que ainda não conseguiram o primeiro emprego se formaram entre 2019 e 2021, período da pandemia de covid-19.

O levantamento foi feito em parceria com a Symplicity entre os dias 02 de agosto a 12 de outubro de 2021, com a participação facultativa de 3.086 egressos do ensino superior, que responderam o questionário por e-mail, mídias sociais e disponibilização na plataforma Symplic.

A pesquisa mostra que entre os que já estavam formados há até três anos, 27,7% conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego. Entre aqueles formados há mais de três anos esse percentual foi de 38,9%. A pesquisa mostra ainda que para 17% dos formados em até três anos o salário melhorou e 15,7% ingressaram em um curso de pós-graduação. Entre os formados há mais de três anos esses percentuais são de 29,2% e 27,3% respectivamente.

Segundo os dados, 49,6% daqueles que se formaram na rede privada trabalham na sua área de formação e da rede pública são 50,1%. Já 13,9% dos alunos da rede privada trabalham fora de sua área por falta de oportunidade e outros 12,4% por opção. No caso da rede pública esses percentuais são de 12,4% e 14,1%. Entre os alunos da rede privada, 39,1% disseram estar desempregados há mais de um ano e 30,9% há até um ano. Os da rede pública são 32,2% há mais de um ano e 28,9% há até um ano.

Entre os cursos com maior percentual de pessoas que trabalham na área de atuação estão medicina (100%), engenharia de computação (92,6%), ciência da computação (90,5%), farmácia (79,3%), odontologia (78,9%) fisioterapia (64,4%), arquitetura e urbanismo (63,5%), psicologia (61,1%), publicidade e propaganda (60,5%) e contabilidade (60,5%).

Já os cursos com maior percentual de respondentes que trabalham em área diferente da de formação por falta de oportunidade são o de relações internacionais (34,6%), engenharia ambiental (27,8%), engenharia de produção (27,6%), engenharia química e gestão financeira (ambos com 26,5%), matemática e engenharia mecânica (ambos com 26,1%), gestão de pessoas (25,4%), serviço social (23,1%) e economia (22,2%).

O levantamento da Semesp mostrou também que o percentual de empregados com carteira assinada passou de 58% na segunda edição para 63,8% na terceira. O percentual de autônomos e comissionados passou de 8,8% para 10,5% e o de funcionários públicos de 16,2% para 10,2%.

Foram questionadas ainda quais as dificuldades para entrar no mercado de trabalho e a maioria respondeu que a falta de experiência é um dos principais fatores, já que o mercado é muito exigente ao contratar um recém-formado, porque a maioria das vagas pedem alguma experiência profissional na área ao mesmo tempo que oferecem baixa remuneração. Foi citado ainda a falta de oportunidade, com a alta concorrência e o baixo número de vagas oferecidas, além de as habilidades exigidas e a falta de conhecimento nessas habilidades ter dificultado a obtenção da vaga.


Siga MT Agora no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para entrar em nosso grupo do WhatsApp clicando AQUI e deixar aqui abaixo o seu comentário.

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

COMENTARIOS

Mais de Economia

Economia

BC só retomará consulta a valores esquecidos em 14 de fevereiro

Transferências só poderão ser agendadas a partir de 7 de março

27 de Janeiro de 2022 as 19h00

Economia

Com emendas de relator, restos a pagar subirão 2,6% em 2022

Verbas de outros anos para combate à covid serão de R$ 15,7 bilhões

27 de Janeiro de 2022 as 17h00

Economia

Secretários de Fazenda aprovam congelamento do ICMS sobre combustíveis

Valor venceria no próximo dia 31 e agora vai até 31 de março

27 de Janeiro de 2022 as 13h30

Economia

União pagou R$ 303,41 bi em dívidas a estados e municípios em 2021

Dados constam do relatório de garantias honradas, do Tesouro Nacional

27 de Janeiro de 2022 as 12h00

Economia

Royalties sobre produção de petróleo somaram valor recorde em 2021

Valores que superam em 65% o que foi arrecadado em 2020

27 de Janeiro de 2022 as 11h00

Economia

Governo paga salários dos servidores estaduais com acréscimo da RGA nesta sexta-feira (28)

Folha de pagamento líquida de janeiro chega a quase R$ 530 milhões

27 de Janeiro de 2022 as 10h15

Economia

Publicado ato que cria escritório do Ministério da Economia nos EUA

Missão terá duração de dois anos, podendo ser prorrogada

27 de Janeiro de 2022 as 09h45

Economia

Faturamento da indústria de máquinas e equipamentos sobe 21,6% em 2021

Exportações e importações do setor também cresceram, diz Abimaq

26 de Janeiro de 2022 as 17h45

Economia

Reajuste médio dos salários ficou abaixo do INPC em dezembro

Dados são do boletim da Fipe

26 de Janeiro de 2022 as 16h30

Economia

Dívida pública fecha 2021 acima de R$ 5,6 trilhões

Redução de gastos com a pandemia segurou crescimento

26 de Janeiro de 2022 as 16h00

Economia

Dívida pública pode alcançar até R$ 6,4 trilhões em 2022

Números foram divulgados pelo Tesouro Nacional

26 de Janeiro de 2022 as 15h15

Economia

Pequenas empresas são responsáveis por 70% dos novos empregos

Pesquisa, referente a novembro de 2021, é do Sebrae

26 de Janeiro de 2022 as 14h45

Economia

Prévia da inflação, IPCA-15 de janeiro fica em 0,58%, informa IBGE

Índice desacelerou com queda na gasolina, apesar da alta nos alimentos

26 de Janeiro de 2022 as 10h00

Economia

Índice de Confiança da Construção recua 3,9 pontos em janeiro

Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 1,1 ponto

26 de Janeiro de 2022 as 09h45

Economia

Índice Nacional de Custo da Construção sobe 0,64% em janeiro

Com o resultado, o índice acumula alta de 13,7% em 12 meses

26 de Janeiro de 2022 as 09h00

Busca telefônica em Lucas do Rio Verde - MT

ENQUETE

veja +

COTAÇÃO